segunda-feira, maio 05, 2008

The world through you





You don’t understand me now, I wonder if you ever will, I wonder if you’ll ever try. Don’t get sad about, All the strange thing I wrote, They faded as the ink dried…So I say go, go, hold your fists high, Grow, slow, stand in for the fight,

Though I hope you never have to. So I say run, run, sparkling light, Have your fun and then come home at night, I’m sure you’ll tell me something new, Yeah I can see the world through you.

Frozen lakes and night storms,
Most you’ll cross on your own, You’ll face the biggest landslides.

I’ll catch you on the hardest falls, I’ll carry you inside this walls, We’ll sing through all the highest times.


I see the world through you
David Fonseca


David Boy Rules






Tonight I feel it closer
And i can almost touch it
To you this may be nothing,
It's something to me
This raging light
(The Raging Light)

I came in here just for the music
for all the things that it makes me feel
I came to exorcise my demons
to bury those days when only pain was real

treat me right
my dreams will come true tonight
come with me
set me free
we'll be alright
(The 8O'S)


You locked up your heart
You wake up with tears and stars in your eyes
You gave it all to someone that
Cannot love you back

Your days are packed
With wishes and hopes for the love that you\'ve got
You waste it all to someone that
Cannot love you back
(Someone that cannot love)

And I think it's gonna be a long, long, time
'Til touchdown brings me 'round again to find
I'm not the man they think I am at home
(Rocket Man)


Kiss me, oh kiss me,
If that can make it right.
Try me, find me,
Just throw them on me…
Those failed expectations…
Floods and afflictions you’re through.
Cause I just might, take them home with me.
(Kiss me, Oh kiss me)

This fear tentation
Im sure there's something over there
And I feel I can hardly wait
(This wind temptation)



David Fonseca, Coimbra: Queima 2008.


terça-feira, abril 29, 2008

Dói-me




Dói-me a vida. Doí-me a morte e o sofrimento. Mas hoje doí-me essencialmente a não-vida. Diriam os mais optimistas que é mentira, tens amigos, família, saúde, o que mais podes querer? Eu diria que queria crer. Quero a fórmula do optimismo por favor, se não for possível e já estiver esgotado...pronto forneçam-me apenas a fórmula do bem-estar, do distanciamento, de algo que me amenize esta turbulência e não me faça aterrar do pior modo possível. Que rídiculo isso eu também não quero, tenho medo ... aterroriza-me pensar sequer em tornar-me uma pessoa amarga e fria. Aterroriza-me aquele role model com que a vida me obriga a conviver todos os dias. É odioso o que o barulho de uns saltos autoritários fazem ao estado de alerta das pessoas. Isso, ignora-me, faz de conta que nesta semana eu não existo. É que esta semana existes aqui, para a semana já não, leis de um ciclo vicioso cheio de caprichos. Quando surgem as oportunidades e elas podem ser criadas passo atrás. Para que viver segundos que podem causar dias a fio de sofrimento, para quê negar. Para quê acreditar ... para quê sobreviver? Para quê viver o momento? Para quê fazer planos? Porque sim, planificação é precisa, não para todos mas eu preciso. Preciso que entendam que é preciso estrutura, fundamentação, preparação, registo, memórias... coisa de educóloga metódica e pessoa com historial de vida no minimo irónico. Existe a célebre frase a vida é o que acontece enquanto fazes planos, mas eu acrescento que a vida não é aleatória fazes escolhas, escolhes direcções, segues instintos é uma fusão de acontecimentos espontâneos e reflectidos. A vida de uma forma ou de outra acontece... e mais uma vez se coloca a questão de que caminho seguir o racional ou o emocional? Parece tão simples, como a última peça de um puzzle à espera de ser colocada no local certo.


P.S. Too much information... The system will shut down ... temporarily unavailable! Reboot? No! Sleep.


terça-feira, abril 22, 2008

Pelo poder cósmico da Lua...




...esperam-se uns pózinhos de perlimpimpim...







Sonhar não custa!

Tale about the Cat and the Moon



Pedro Serrazina, 1994


And I wait... Nothing else matters!!!



domingo, abril 20, 2008

[ECO]cardiograma








A vida é demasiado curta para ser insignificante!



terça-feira, abril 15, 2008

Coração sem imagens





Deito fora as imagens, Sem ti para que me servem as imagens? Preciso habituar-me a substituir-te pelo vento, que está em toda a parte e cuja direcção é igualmente passageira e verídica. Preciso habituar-me ao eco dos teus passos numa casa deserta, ao trémulo vigor de todos os teus gestos invisíveis, à canção que tu cantas e que mais ninguém ouve a não ser eu. Serei feliz sem as imagens. As imagens não dão felicidade a ninguém. Era mais difícil perder-te, e, no entanto, perdi-te. Era mais difícil inventar-te, e eu te inventei. Posso passar sem as imagens assim como posso passar sem ti. E hei-de ser feliz ainda que isso não seja ser feliz.

Raul de Carvalh
o





Frozen





Quando me faltam as palavras...
Ou a capacidade de expressar o que sinto/vivencio
Sei que já estou fora de mim, sei que já ultrapassei os meus limites
Que nem mesmo a melhor de todas as terapias .... já me apazigua!



quinta-feira, abril 03, 2008

Salsugem






Inclino-me de novo para o pano deste século.. recomeço a bordar ou a dormir tanto faz ... sempre tive dúvidas de que alguma vez me visite a felicidade.

Al Berto


Ramificações floridas...



Nos dias de rotina que passam nem sempre
se repara no que de bonito vemos todos os dias.




Pela manhã na caminhada até ao trabalho ...



Pela tarde na caminhada de volta para casa...


Uma simples àrvore florida serve como inspiração para o primeiro e último sorriso do dia. Existirá melhor aprendizagem e exemplo de vida do que acompanhar o desenvolvimento de uma àrvore? As raizes bem assentes e os braços-ramificações erguidas para o céu suportando as folhas, as flores e os frutos e as estações sucessivas ano após ano.


quarta-feira, abril 02, 2008

Da sabedoria dos antigos...





Espera o melhor, prepara-te para o pior e aceita o que vier.

Provérbio Chinês


Existe um certo tipo de espera em que estamos a caminho... na incerteza esperamos esperançosamente pelo melhor, convencemo-nos psicologicamente esperando o pior e finalmente sabemos que teremos que aceitar e sobreviver ao que vier. E quando decorrem anos a fio ? O que nos poderá ajudar a preparar para o pior? Quando já não acreditamos no melhor e resistimos em aceitar o que vier.


domingo, março 09, 2008

El retiro







Até ao final do ano... preciso de voltar a este local mágico.

Hoje não pensei noutra coisa.




segunda-feira, março 03, 2008

Ladybugs...



"Listen,
when I was a little girl,



I used to spend hours
looking for ladybugs.



Finally, I'd just give up
and fall asleep in the grass.



When I woke up,
they were crawling all over me."



Under the Tuscan Sun, 2003



Under the Tuscan Sun






"Between Austria and Italy, there is a section of the Alps called the Semmering. It is an impossibly steep, very high part of the mountains. They built a train track over these Alps to connect Vienna and Venice. They built these tracks even before there was a train in existence that could make the trip. They built it because they knew some day, the train would come."




I must go forward ...

the train will come!



terça-feira, fevereiro 26, 2008

Vou, avanço e regresso!






"Vou. Avanço, avanço e regresso. E cada quilómetro um mês, e cada metro um dia. Avanço para o que fomos. Encontrei nas pedras deste caminho, no luminescente desta viagem , um espaço por onde entrei e acelero, onde cada quilómetro em frente é um mês que recuo. E avanço neste caminho que ficámos mil vezes juntos e avançam as estações do ano: primavera inverno outono verão primavera inverno... E avançam os quilómetros neste sítio onde entro como se caisse vertiginosamente. Atiro-me neste poço, no fundo que não se vê deste poço. E há tanta luz. Há os instantes que vivemos mil vezes juntos e que agora nascem sem nós e nos ultrapassam. Há o sol que partilhámos mil vezes e que agora não te aquece, que agora não me aquece."


José Luís Peixoto, Morreste-me



domingo, fevereiro 24, 2008

Light





"Love is not consolation. It is light."


Nietzche



quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Meu coração tardou





Meu coração tardou. Meu coração
Talvez se houvesse amor nunca tardasse;
Mas, visto que, se o houve, houve em vão,
Tanto faz que o amor houvesse ou não.
Tardou. Antes, de inútil, acabasse.

Meu coração postiço e contrafeito
Finge-se meu. Se o amor o houvesse tido,
Talvez, num rasgo natural de eleito,
Seu próprio ser do nada houvesse feito,
E a sua própria essência conseguido.

Mas não. Nunca nem eu nem coração
Fomos mais que um vestígio de passagem
Entre um anseio vão e um sonho vão.
Parceiros em prestidigitação,
Caímos ambos pelo alçapão.
Foi esta a nossa vida e a nossa viagem.

Fernando Pessoa


quinta-feira, fevereiro 14, 2008

Tréguas





Hoje é dia de acenar um lenço branco à vida.

Paz!


quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Hands of time



R. Kely, Turn back the hands of time



Back to the beginning (un)fortunately is not possible!



terça-feira, fevereiro 12, 2008





Diálogo mais profundo da semana:


Ele:
Chamaste?

Ela: Não, estou só a sofrer.


Nú e cru. Sem artíficios, as frases mais espontâneas, simples e profundas da semana. O discurso alheio num perfeito encaixe e vivência. Eles não sabem, não perceberam o significado mas perfurou-me que nem uma flecha. Zás!

isso.


Post Scriptum: Ironia era na mesma semana informarem-me que existem 2 livros de uma psicologa [María de Jesús Reyes] um intitulado de "A inutilidade do sofrimento" e outro "A arte de não destruir a sua própria vida". E agora eu pergunto ? Porque será que me dão esta informação espontâneamente não bastou um título, foram logo dois belíssimos. Não?! Não aconteceu... Não pode .. seria pura ironia.




domingo, fevereiro 10, 2008

Talvez...



Vieste e foste,

ignoro se poderás voltar. Ontem, ao partires,

não reparaste que me deixavas menos feliz. Embora

tudo ficasse feito e decidido não sei que incompletude me

abalou – talvez a espera.

Perdi-me absurdamente no caminho e, por momentos,

a luz libidinal do teu pensamento

fugiu de mim. As coisas deixaram

a concretude com que sempre as tinha conhecido.

Sem perspectiva, nem letra.

Ao regressar à terra, não quis escrever no teu caderno.

Arranquei-lhe apenas esta folha. Fui um pobre corpo.

Rasguei-me a mim próprio e quis deitar-me fora.

Por isso te deixo este bilhete.

Vieste e foste.


Não foi por isso que te amei menos.



Maria Gabriela Llansol


sábado, fevereiro 09, 2008

Imagens (co)moventes




Este é um texto sobre imagens. Imagens sensíveis e inteligíveis. Que é como quem diz imagens do foro cognitivo-emocional. Imagens que surgem como flashes interruptos de máquinas fotográficas digitais de trazer por casa. Pura lomografia no espaço e no tempo. Disparos em todas as direcções sem nexo ou lógica. Imagens velozes, imagens lentas. Todo o tipo de imagens. Não existe máquina fotográfica mais avançada como o nosso cérebro. E a capacidade de produzir imagens, armazenar e recuperar temos que dar graças à bendita memória, qual cartão digital, qual cpu... Disco rígido de imagems em movimentos. Todo o tipo de imagens, repito. Mas já não aguento as imagens comoventes, as imagens-arrepio, as imagens-calafrio, as imagens-tensão, as imagens-emoção. As imagens-passado, as imagens-futuro. Quero imagens-presente, ou será quero vivências que se transformem em imagens presentes? Imagens labirinticas, fractais, rasgos de luz e sombra, rasgos de cor e amor. Túneis convexos, espirais tridimensionais. Abismo estridente. Falta de ar, aperto. Consegues imaginar??? Imagens sem moldura, imagens flutuantes, imagens perdidas, imagens... que não acabam. Imagens intemporais.



sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Soundtracks Tribute

PART I






PART II





"Take a music bath once or twice a week for a few seasons,
and you will find that it is to the soul what the water-bath is to the body."

Oliver Wendell Holmes



Malhas de silêncios






"Pequena queimadura de luz sobre uma superfície sensível (como uma alma) - os nitratos de prata, pele e película ao mesmo tempo - a fotografia é, na sua materialidade, tanto uma ferida como uma cicatriz, uma fenda aberta no tempo, uma rachadura do espaço, uma marca, um rastro, um indicio. Corte e golpe, ela é essa superfície de signos múltiplos e complexos, aberta a um passado que já não existe mais e a um futuro que não chegou a ser. As fotografias são tecidos, malhas de silêncios, as pequenas peles, as películas das nossas vivências. As fotografias são memórias e confidências."


Etienne Samain (apud Achutti 1998)



quarta-feira, fevereiro 06, 2008

THE END ...



Mr. Darcy: How are you this evening, my dear?
Elizabeth Bennet: Very well... although I wish you would not call me "my dear."
Mr. Darcy: [chuckles] Why?
Elizabeth Bennet: Because it's what my father always calls my mother when he's cross about something.
Mr. Darcy: What endearments am I allowed?
Elizabeth Bennet: Well let me think...”Lizzie" for every day, "My Pearl" for Sundays, and...”Goddess Divine"... but only on *very* special occasions.
Mr. Darcy: And... what should I call you when I am cross? Mrs. Darcy...?
Elizabeth Bennet: No! No. You may only call me "Mrs. Darcy"... when you are completely, and perfectly, and incandescently happy.
Mr. Darcy: Then how are you this evening... Mrs. Darcy?
[kisses her on the forehead]
Mr. Darcy: Mrs. Darcy...
[kisses her on the right cheek]
Mr. Darcy: Mrs. Darcy...
[kisses her on the nose]
Mr. Darcy: Mrs. Darcy...
[kisses her on the left cheek]
Mr. Darcy: Mrs. Darcy...
[finally kisses her on the mouth]


[last lines]
[US version]


Most ardently.





segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Message...






"Sometimes the last person on earth

you want to be with,

is the one person you can't be without."



Pride and Prejudice



She...




He...



THEY!!!



Sometimes surrender to your feelings
it's the most rewarding chance
you could ever have.


quinta-feira, janeiro 31, 2008

IAO-OIA






Hoje percebi que as vogais dos nossos nomes são as mesmas...

Temos estruturas e alicerces diferentes

Mas somos feitos de matéria muito semelhante

Só que temos percursos diferentes.



A
_E_ I_ O_ U




quarta-feira, janeiro 30, 2008

Vem viver a vida, amor ...







Que o tempo que passou ...
Não volta, não.

Sonhos que o tempo apagou
...
Mas para nós ficou...
Esta canção.


José Cid


quinta-feira, janeiro 24, 2008

Tão profundamente...





"Quando ponho de parte os meus artifícios e arrumo a um canto, com um cuidado cheio de carinho - com vontade de lhes dar beijos - os meus brinquedos, as palavras, as imagens, as frases - fico tão pequeno e inofensivo, tão só num quarto tão grande e tão triste, tão profundamente triste!.."


Bernardo Soares, Livro do Desassossego




Uma rua (im)perfeita





Ilusões e mais ilusões de óptica ou não ...portas e janelas que não se abrem. Trilhos que não se percorrem. Experiências e vivências que se encontram longe do coração. Espelhos que devolvem dias cinzentos de inflamações recorrentes, corpos que tremem do desassossego que é não haver uma janela. Um abraço ofegante no fundo da rua ... uma rua (im)perfeita que mandámos ladrilhar só para o nosso amor passar. Nevoeiro... nevoeiro... não vejo nada. E sei... que... piso cada dia devagarinho. Que...


"Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre; fixo os mínimos gestos faciais de com quem falo, recolho as entoações milimétricas dos seus dizeres expressos; mas ao ouvi-lo, não o escuto, estou pensando noutra coisa, e o que menos colhi da conversa foi a noção do que nela se disse, da minha parte ou da parte de com quem falei. Assim, muitas vezes, repito a alguém o que já lhe repeti, pergunto-lhe de novo aquilo a que ele já me respondeu; mas posso descrever, em quatro palavras fotográficas, o semblante muscular com que ele disse o que me não lembra, ou a inclinação de ouvir com os olhos com que recebeu a narrativa que me não recordava ter-lhe feito."

(...)

"De resto, com que posso contar comigo? Uma acuidade horrível das sensações, e a compreensão profunda de estar sentindo...Uma inteligência aguda para me destruir, e um poder de sonho sôfrego de me entreter..."

Livro do Desassossego, Bernardo Soares


domingo, janeiro 20, 2008

Ano lectivo de 1998/99



Estavamos em pleno ano lectivo de 1998/99 quando me chegou esta música ... e todo o cd de uma banda chamada new radicals ... que editou apenas um cd.



Tinha 15/16 anos e hoje sinto-me assim uma teenager a tentar procurar uma identidade, cheia de ideais e sonhos. Mas é incrível como as pessoas mudam ... mas os sentimentos e vivências se assemelham...


90 miles outside Chicago (OUTSIDE HOME)
Can't stop driving
I don't know why
So many questions
I need an answer
Two years later, you're still on my mind
Whatever happened to Emilia Earhart
Who holds the stars up in the sky
Is true love once in a lifetime
Did the captain of the Titanic cry
Someday we'll know
If love can move a mountain
Someday we'll know
Why the sky is blue
Someday we'll know
Why I wasn't meant for you
Does anybody know the way to Atlantis
Or what the wind says when she cries
I'm speeding by the place where I met you
For the 97th time tonight


Someday we'll know
Why Samson loved Delilah
One day I'll go
Dancing on the moon
Someday you'll know
That I was the one for you
I bought a ticket to the end of the rainbow
I watched the stars crash in the sea
If I could ask God just one question
Why aren't you here with me?



Someday We'll know, New radicals...


domingo, janeiro 13, 2008

Both sides now







Rows and floes of angel hair
And ice cream castles in the air
And feather canyons evrywhere
Ive looked at clouds that way

But now they only block the sun
They rain and snow on everyone
So many things I would have done
But clouds got in my way
Ive looked at clouds from both sides now
From up and down, and still somehow
Its cloud illusions I recall
I really dont know clouds at all

Moons and junes and ferris wheels
The dizzy dancing way you feel
As every fairy tale comes real
Ive looked at love that way

But now its just another show
You leave em laughing when you go
And if you care, dont let them know
Dont give yourself away

Ive looked at love from both sides now
From give and take, and still somehow
Its loves illusions I recall
I really dont know love at all

Tears and fears and feeling proud
To say I love you right out loud
Dreams and schemes and circus crowds
Ive looked at life that way

But now old friends are acting strange
They shake their heads, they say Ive changed
Well somethings lost, but somethings gained
In living every day

Ive looked at life from both sides now
From win and lose and still somehow
Its lifes illusions I recall
I really dont know life at all
Ive looked at life from both sides now
From up and down, and still somehow
Its lifes illusions I recall
I really dont know life at all

Jony Mitchell


we'll never be wrong together...



Procuro no silêncio, na poesia, na música, no cinema... nas ruas... inspiração para me agarrar ao carpe diem... para ter coragem e nenhuma dúvida, para dar o passo em frente... sinto-me atada a um colete de forças sem conseguir dar um passo em frente ou atrás. A razão é simples ambas as decisões implicam sofrimento maior ou menor mas implicam. Cada vez que me dedico a este quebra cabeças ... perco anos de vida num desgaste que me faz ... querer fechar os olhos e acordar com a solução.
Arriscar e viver. Não arriscar e sobreviver. A escolha parece tão nitida e clara. A vida segue lá fora e não espera ... a vida não pára de ser irónica ... um dia lutei contra um sonho que era teu e não te trazia felicidade... agora luto contra o mesmo tipo de sonho ... um sonho meu com igual fundamento.





And I need you now tonight

And I need you more than ever
And if youll only hold me tight
Well be holding on forever
And well only be making it right
Cause well never be wrong together
We can take it to the end of the line
Your love is like a shadow on me all of the time
I dont know what to do and Im always in the dark
Were living in a powder keg and giving off sparks
I really need you tonight


Bonnie Tyler, Total Eclipse of the Heart


quarta-feira, janeiro 09, 2008

BANG, Bang... my baby shot me down...




Bang bang, he shot me down
Bang bang, I hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, my baby shot me down.

Seasons came and changed the time
When I grew up, I called him mine
He would always laugh and say
"Remember when we used to play?"

Bang bang, I shot you down
Bang bang, you hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, I used to shoot you down.

Music played, and people sang
Just for me, the church bells rang.

Now he's gone, I don't know why
And till this day, sometimes I cry
He didn't even say goodbye
He didn't take the time to lie.

Bang bang, he shot me down
Bang bang, I hit the ground
Bang bang, that awful sound
Bang bang, my baby shot me down...

Nancy Sinatra




terça-feira, janeiro 08, 2008

Beat the hell out of never trying...






Meredith Grey: A couple of hundred years ago, Benjamin Franklin shared with the world the secret of his success. Never leave that till tomorrow, he said, which you can do today. This is the man who discovered electricity. You think more people would listen to what he had to say. I don't know why we put things off, but if I had to guess, I'd have to say it has a lot to do with fear. Fear of failure, fear of rejection, sometimes the fear is just of making a decision ,because what if you're wrong? What if you're making a mistake you can't undo? The early bird catches the worm. A stitch in time saves nine. He who hesitates is lost. We can't pretend we hadn't been told. We've all heard the proverbs, heard the philosophers, heard our grandparents warning us about wasted time, heard the damn poets urging us to seize the day. Still sometimes we have to see for ourselves. We have to make our own mistakes. We have to learn our own lessons. We have to sweep today's possibility under tomorrow's rug until we can't anymore.

Until we finally understand for ourselves what Benjamin Franklin really meant. That knowing is better than wondering, that waking is better than sleeping, and even the biggest failure, even the worst, beat the hell out of never trying.



Directamente de dentro, para ti... porque acabaste de atingir a próxima etapa. E sei como foi difícil. Não sei se farei parte da etapa que se avizinha, mas faz-me o favor de ser muito feliz.



domingo, janeiro 06, 2008

The pursuit






Christopher Gardner: It was right then that I started thinking about Thomas Jefferson on the Declaration of Independence and the part about our right to life, liberty, and the pursuit of happiness. And I remember thinking how did he know to put the pursuit part in there? That maybe happiness is something that we can only pursue and maybe we can actually never have it. No matter what. How did he know that?

The pursuit of Happiness (2006)


sábado, janeiro 05, 2008

Coisas que eu sei...



Eu quero ficar perto de tudo que acho certo
Até o dia em que eu mudar de opinião
A minha experiência, meu pacto com a ciência
O meu conhecimento é minha distração

(...)
O meu rádio relógio mostra o tempo errado

(...)

Eu gosto do meu quarto, do meu desarrumado
Ninguém sabe mexer na minha confusão
É o meu ponto de vista, não aceito turistas
Meu mundo 'tá' fechado pra visitação


(...)



Danni Carlos


domingo, dezembro 30, 2007

Em busca de um quadro Azul...

Eduardo Viana
k4. O quadro do azul - 1916

... no tempo e no espaço... um quadradinho azul!
Com diversas formas, cores e sabores e nada de saudosismo!

That's my new year wish!


Do silêncio...





Alain Dumas

...de se estar a descoberto
e adormecer com a sensação de não se possuir nada
a não ser um corpo!



domingo, dezembro 23, 2007

Sem rosto




"Dormes na minha insónia como o aroma entre os tendões da madeira fria.

És uma faca cravada na minha vida secreta.

E como estrelas duplas consanguíneas, luzimos de um para o outro nas trevas."


A carta da paixão, Herberto Helder



quinta-feira, dezembro 20, 2007

13º Apóstolo em Perspectiva(s)








Aprendo todos dias convosco e a maior das aprendizagens é a relativizar os problemas com uma piada e um sorriso. Não temos ovos mas fazemos omoletes, ou algo parecido!

Nunca me esqueço que face a um problema seja qual for a sua natureza existe sempre uma solução... posso sempre dar um tiro no pé ou cortar os pulsos!

E ter essa opção faz-me sorrir ao contrário do que seria de esperar, pela ternura com que ouvem e partilham os problemas, pelo humor, pela brincadeira. A união faz a força! Vocês são um mimo na minha vida! Adoro-vos!





quarta-feira, dezembro 19, 2007

Les yeux au ciel




De coração ressequido e olhos inchados...






... a desejar que me ames menos, mas por mais tempo!


(Inspirado no filme Les Chansons D'amour, 2007, Christhophe Honoré)



Estrelas



Quando as estrelas se passeiam pelo chão...
E estão ao alcance da tua mão...
Te trazem luz e inspiração...




Tu finges que não... não sentes... nem as vês!


domingo, dezembro 09, 2007

Sensações


O tempo nestas alturas flui com uma lentidão profundamente dolorosa. Porque o tempo de distanciamento dos dias de música, dos dias de afectos se tornou insuportável.

Os dias deixaram de ser forrados de azul e salpicados de estrelas. Dormir, o sono dos justos é o estado mais repousante que consigo alcançar nos dias que correm. A dolorosa despedida dos meus lençóis... quentinhos, ao longo dos tempos estabelecemos uma relação patológica, uma dependência!

Semanas camufladas de azul, um azul que não se vê bem mas que se sente, apesar da poluição atmosférica que impede um olhar transparente de um azul profundo que não se vê mas que se sente. Um toque, dois, três ....que me tocam, a tua ausência presente!

Uma amálgama de situações antagónicas e martirizantes, verdadeiramente dolorosas e ao mesmo tempo terrivelmente doces e apetecíveis.

Um contentamento descontente, um mar de sensações e afectos em que mergulhamos na tentativa de encontrar um tesouro perdido.

Certo tipo de dor é inevitável quando se vive um grande amor e nunca se entende muito bem essa perda.

Dispo-me de intenções, numa hemorragia de sonhos que se escapam nas entrelinhas do desejo e da vontade de alcançar o azul. Por todos os poros transbordo desilusão!

Hoje ondulei pelo dia sem saber bem porque o sentia derradeiramente nostálgico, não mudou nada e ao mesmo tempo parece que mudou de forma avassaladora.

Anoiteceu e hoje apetece-me quente, apetece-me cobertores e um bom filme. Hoje apetece-me sonhar com um amanhã diferente. Hoje apetece-me relembrar-te esquecendo-te, esquecer-te relembrando-te.


sexta-feira, dezembro 07, 2007

Já tão longe de ti como de mim




"Agora que o silêncio é um mar sem ondas, e que nele posso navegar sem rumo... Não respondas às urgentes perguntas que te fiz, deixa-me ser (in)feliz assim, já tão longe de ti como de mim. Perde-se a vida a desejá-la tanto. Só soubemos sofrer, enquanto o nosso amor durou. Mas o tempo passou, há calmaria... Não perturbes a paz que me foi dada. Ouvir de novo a tua voz seria matar a sede com água salgada."

Miguel Torga, Súplica