quarta-feira, junho 15, 2011

Eu Querooooooooooooo!




Loucas são as noites.... Loucas!

segunda-feira, junho 13, 2011

Sem chão

Estou capaz de ficar inerte o maior tempo possível tal me pesa a tristeza profunda, que me alheia da minha não vida. Frustração, pura e dura. Como diria Moby, why does my heart feel so bad? Why, why, why?
Os seguidores da Anatomia de Grey talvez entendam o sentimento comparado àquele momento em que após a morte do Denny Duquette, a Izzie se deita horas a fio no chão da casa de banho e ninguém a consegue tirar de lá. A propósito eu quero a Izzie de volta. E quem deu autorização para o George morrer? 
Odeio mudanças que não trazem nada de positivo. Demoro este mundo e o outro para as aceitar. 

quarta-feira, junho 08, 2011

Sem mar

"Uma paixão que não se casa com o amor é um barco sem mar. Permanece, para sempre, como uma idealização (e nada mais) e transforma-se num amor-perfeito que, em vez de nos encaminhar para outras paixões, nos persegue por dentro, e destrói (uma a uma) todas as novas relações, sendo esse o seu lado mais contagioso." 
 
Eduardo Sá
 

Out there where dreams come true




Somewhere out there beneath the pale moonlight
Someone's thinking of me and loving me tonight

Somewhere out there someone's saying a prayer
That we'll find one another in that big somewhere out there

And even though I know how very far apart we are
It helps to think we might be wishing on the same bright star

And when the night wind starts to sing a lonesome lullaby
It helps to think we're sleeping underneath the same big sky

Somewhere out there if love can see us through
Then we'll be together somewhere out there
Out where dreams come true

And even though I know how very far apart we are
It helps to think we might be wishing on the same bright star

And when the night wind starts to sing a lonesome lullaby
It helps to think we're sleeping underneath the same big sky

Somewhere out there if love can see us through
Then we'll be together somewhere out there
Out where dreams come true
 
 
 
 
Promise?!
 
 

terça-feira, junho 07, 2011

Porque será que as pessoas investem tão pouco nas outras?

Acabei de ver uma amiga a perguntar porque é que as pessoas investem tão pouco umas nas outras. E sem querer pensei em ti, em mim. Ponho-me a pensar no que nos move enquanto seres humanos que procuram a outra metade. 
Não posso conceber que haja alguém que não procure, apenas alguém que se resignou, ou que se magoou tanto que já não aguenta mais abrir as portas porque o brilho dos seus olhos ficou lá atrás algures com alguém. Não posso acreditar que alguém queira simplesmente uma liberdade que acaba por ser uma prisão repleta de solidão.
Na maior parte das relações cedemos efectivamente quando a persistência nos toca ? Ou não nos toca minimamente, conseguiremos ficar insensíveis às manifestações das pessoas que nos rodeiam. Conseguimos ficar indiferentes a um desconhecido, se sentirmos aquela adrenalina que nos move, as tais borboletas?Ou efectivamente, não vamos sentir nada por essa pessoa, ou não o suficiente como às vezes desejaríamos para sermos um bocadinho assim mais felizes. Fazemos uma viagem, em que conhecemos várias pessoas e aquela poderá simplesmente não ser a única e a última a ver-nos o sorrir? Ou enganamo-nos com esta ideia? Será tão louca e descabida?


sábado, junho 04, 2011

Crying




Falhaste-me. Vezes sem conta. E, ainda assim, é a ti que quero a meu lado para poder fazer o luto. O luto do que vivemos e não iremos viver mais.

"Se a vida é provisória que seja linda e louca a nossa história ".

Trying understand


Aqui estou a tentar perceber mais uma vez, a esmiuçar o máximo que posso. Como será possível que a reacção a um grito de dentro, de puro sofrimento possa existir de forma silenciosa. Num mundo perfeito se tu me dizes que estás a cair, eu posso não chegar a tempo para te aparar a queda mas farei de tudo para te abraçar, o mais que posso, para te ajudar a curar as feridas.
Existe em  mim algo intrínseco na empatia espontânea ao sofrimento. Hoje pessoas próximas selaram a sua vontade de se afastarem definitivamente. E eu chorei, chorei com uma tristeza profunda, por eles, por nós, pela vida que todos podíamos ter tido e não tivemos.
Ontem peguei no carro e fui com a ideia fixa de te suplicar a tua presença, de te sentir, de olhar para ti, com a ideia de poder cair no teu ombro, no teu abraço, conversar e chorar até me sentir aliviada e deixar contigo esta réstia de ti que me devora e consome todos os dias. Não pude, não fui capaz. Além disso, não ia aguentar um não como resposta. Em vez disso meti-me numa sala de cinema, a ver um filme que me fez rir de tão espontâneo, tão verdadeiro, tão intenso. 
Na minha versão do amor, as pessoas que um dia foram próximas nunca mais se afastam verdadeiramente. Por dois simples motivos, o que me levou a apaixonar por ti e tudo o que vivemos. Embora as relações terminem, não resultem, estejamos à procura daquela intensidade e não outra, as pessoas não morrem, ficam ali para sempre. As memórias... a memória de te esquecer aterroriza-me. Esquecer-te seria esquecer-me. E não, não consegues isso. As pessoas lidam das piores formas com as ausências e das melhores também, já vi de tudo. 
Eu sei é difícil, não saber o que fazer, ver o outro sofrer e sentirmo-nos tão impotentes. Será que efectivamente isso será verdade? Os meus amigos tem sempre um colo, uma palavra, uma música, um abraço. Onde estás tu? Insisto, não te vou perder assim. Não é justo perder tudo.

terça-feira, maio 31, 2011

Momento Profundo

Pai: Porque não vais ler lá para fora?
Eu: (Levanto os olhos do livro para ouvir)
Pai: Já viste que não respiras... ar puro? 
Eu: (Esboço um sorriso para disfarçar) e respondo: Tenho a porta aberta! 

Pensamento imediato:

Sim eu sei ... devia sair mais, mas tenho a porta aberta... já é um começo. Posso vislumbrar o que acontece lá fora, sem a probabilidade de algo que venha de fora me magoe e atordoe ainda mais se puser o pé fora da soleira da porta.Ya, ya. Continua assim vais longe.

quinta-feira, maio 26, 2011

Sombras



“Dei-te o meu corpo como quem estende
um mapa antes da viagem […]
Mas, afinal, foste tu que desenhaste mapas
nas minhas mãos – tristes geografias,
labirintos de razões improváveis, tão curtas
linhas que a minha vida não teve tempo
senão para pressentir-se. Por isso guardo
 
dos teus gestos apenas conjecturas, sombras,
muros e regressos – nem sequer feridas
ou ruínas. E, ainda assim, sem eu saber porquê, 
as ondas ameaçam o lago dos meus olhos.” 

O Canto do Vento nos Ciprestes, Maria do Rosário Pedreira


quarta-feira, maio 25, 2011

Would you?


“What if i were smiling and running into your arms? 
Would you see then, what i see now?”

Into the wild, 2007
 

Inspiration

Precisamos todos dias dos nossos amigos por perto, da família, precisamos de tantas coisas que nos fazem sentir bem, seguros, confortáveis. Essas pequenas coisas, pessoas e momentos que fazem a diferença nas nossas vidas. 
Quando no dia-a-dia nos deparamos a sorrir com uma música que ouvimos, com uma frase que nos dá alento, com o sorriso de alguém.. quando algo nos emociona ou toca de alguma forma e nos sentimos inspirados. Falo desse sentimento, é como o humor se houver alguém bem humorado perto de nós, a probabilidade de se criar um clima leve e solto é maior. Para mim ter pessoas inspiradas e sobretudo inspiradoras por perto dá-me alento, faz-me sorrir, aquece-me a alma. As pessoas precisam de saber que fazem a diferença nas nossas vidas, nós precisamos de afirmar e buscar cada vez mais fontes de inspiração ...seja um livro, seja uma música, seja o que for. A postura é buscar, procurar. Mas nem sempre a ponho em prática. A tristeza às vezes cria uma dormência estranha, uma vontade de nos enrolarmos num casulo quentinho e aconchegador e esquecer o resto. Preciso de me lembrar mais vezes das coisas, lugares e pessoas que me inspiram. Preciso de me rodear de energia positiva. Preciso mesmo. 

segunda-feira, maio 23, 2011

Clarividência

Ontem a tensão era imensa... os fins de semana intensificam o sofrimento da ausência, o terror da angústia intensifica. Peguei em 4 livros que estão na secretária faz uns meses e devorei horas a fio. E foi tão bom. Acendi o incenso, inspirei bem fundo e a paz foi-se instalando. O livro foi tão libertador, identifiquei-me muito com o que a autora explicava, precisava que alguém me explicasse algumas coisas e parece que foi como se viessem respostas ao meu encontro. Estava tão mas tão bloqueada, queria escrever, libertar-de tantos e imensos pensamentos e emoções e não conseguia ficava parada, não saia uma palavra. Às vezes a mágoa consegue ascender níveis de intensidade complexos. Pensei tantas e diversas coisas que gostava de as ter memorizado todas. Olhei para mim de dentro, de bem de dentro. E foi tão libertador. Sinto que absorvi demasiadas energias negativas, que as colhi no meu peito enquanto passaste por mim e tu foste vazio de negativismo e energias pesadas e eu fiquei com elas para mim de recordação mesmo que inconscientemente. Essas energias tem-me consumido, tenho-as revivido profundamente. E tem sido um fardo bastante duro de aguentar. Era mais fácil partilhar e fazer com que dispersassem com as nossas energias conjuntas. Fazíamos magia, era tão bom. 
Às vezes não temos noção da intensidade da carga negativa que carregamos e da força que tem para nos bloquear e crescer. Para nos sentirmos bem connosco e com o mundo. 
Carrego comigo a mágoa do abandono, da falta do sentido de pertença, da falta de amizade, da falta de não existires fisicamente para mim num mundo mais saudável. Carrego a mágoa de não partilhares comigo as tuas alegrias, carrego comigo aquela metade oculta, carrego comigo a obscuridade do teu pequeno mundo que te recusas a partilhar. E vem ao de cima aqueles pensamentos obscuros, a tua face sem aquele sorriso que me derrete, o teu corpo tenso desejoso de mimo e afecto, o teu olhar perdido e disperso que não conseguia agarrar horas a fio perdidas nos segundos e horas infindáveis de vazio em que estavas algures e não ali comigo. Foram horas de angústia. É impossível veres alguém sofrer e não dares colo e quereres cuidar até sarar as feridas. Mas e se as feridas ficam comigo? Como me protejo? Estou a descobrir aos poucos sem ti. É incrível o estado a que chego sempre que alguém parte... como me afunda. Como volto a tocar no fundo, como deixo de acreditar em mim, como o mau estar se instala? Como o milagroso tempo me corrói.. como a ausência se torna a droga poderosa que me absorve e deixa louca a ansiar por mais uma dose de loucura. Só mais uma dose, eu quero.... caramba que sentimento recorrente. Que fogo que arde. Como se tira daqui. Como te tiro daqui se te quero aqui constantemente. Como imaginar sentir-te se ao mesmo tempo me apetece fugir. Como se te vejo presencialmente o meu mundo fica destruído, qual tornado ou sismo de intensidade cortante. Como se tremo só de pensar. E, inacreditavelmente sinto uma paz tremenda por perceber que te quero ardentemente e com todas as forças, custa-me aceitar perder uma intimidade que deu tanta luta a germinar e a criar raízes tão fundas. Custa-me aceitar que não te preocupas, que não estás presente, que se pode perder tudo assim .... sem rasto. Custa-me sequer pensar deixar alguém tocar-me ... dói-me, dói-me tanto... E se sei que já não és meu ...que voaste lindo e livre como aprendeste a ser. Que o teu sorriso de felicidade é genuíno porque me dói? Não devia doer ver-te feliz. Mas dói demasiado, corta-me, mata-me aos bocadinhos. Acelera-me os sentidos, descontrola-me. E recomeça tudo de novo, foram preciosos estes momentos de clarividência. Preciso de dormir e de um abraço.

domingo, maio 22, 2011

Mãos vazias




Abraçou-me como se abraça o tempo, a vida num momento,  em gestos nunca iguais...

E partiu ... !

Esta noite

 

Agarra-me esta noite

Onde estiveres, eu estou
Onde tu fores, eu vou
Se tu quiseres assim
Meu corpo é o teu mundo
E um beijo um segundo
És parte de mim

Para onde olhares, eu corro
Se me faltares, eu morro
Quando vieres, distante
Solto as amarras
E tocam guitarras
Por ti, como dantes

Agarra-me esta noite
Sente o tempo que eu perdi (
Agarra-me esta noite
Que amanhã não estou aqui.

Agarra-me esta noite
Sente o tempo que eu perdi 
Agarra-me esta noite
Que amanhã não estou aqui.
 
Pedro Abrunhosa
 

quinta-feira, maio 12, 2011

Do You remember me?

 Shadow Dance by Lora Garcelon


I was the one that held you through
I held a spotlight when
You did that crazy dance.
David Fonseca, Superstars

terça-feira, maio 03, 2011

Que caminhos?


A minha vida parou faz muito tempo. Quando deixei que pessoas importantes se afastassem. Quando não lhes dei o devido valor ou elas a mim. E é sempre reconfortante vê-las voltar aos poucos. Sorrir cá dentro e perguntar porque será que naquela altura não estive atenta às às suas necessidades, não fui uma amiga melhor e mais atenta. As amizades revelaram-se, os amores da adolescência fluíram e nenhum sobreviveu curiosamente.
Hoje tenho grandes amigas, amigos nem por isso, um ou outro que se podem contar com uma só mão mas estão tão longe, que me sinto isolada e privada do melhor do mundo que é a convivência.
Na minha vida profissional posso dizer que não tive um percurso muito linear, trabalhei com adolescentes, vários públicos, vários projectos, crianças e jovens novamente, adultos. E actualmente sinto um vazio incontrolável. Sinto que não tenho motivação nem vontade de seguir um objectivo e isso mata-me aos poucos. Está a corroer-me por dentro, ando sempre doente, indisposta, numa maré de azar imensa, numa tristeza profunda. Quando nos encontramos numa situação de desemprego todos tem algo a dizer, faz assim faz assado. É horrível porque as pessoas se sentem no direito de criticar, de dizer tudo e mais alguma coisa sem saberem sequer todo o trabalho que tenho todos dias a procurar informação, a procurar novas hipóteses, a procurar inspiração, vontade de me agarrar algo que me motive e inspire. As pessoas não entendem e, especialmente em tempo de crise, que se procure motivação, procura-se algo que tape um buraco e mais nada. Sinto que não fiz as melhores escolhas, estou a ver novas opções e novos caminhos e falta-me a confiança, a inspiração, a vontade de ir e perder-me, de arriscar. Sou uma pessoa que não conheço e sei que tenho tanto potencial ainda há pouco tempo me disseram isso, mas é como se um furacão tivesse passado e levado consigo todas as coisas boas que sempre me motivaram.


domingo, maio 01, 2011

How?

“How can a woman be expected to be happy with a man who insists on treating her as if she were a perfectly normal human being.” Oscar Wilde

Muita gente questiona como poderá encontrar a pessoa especial que tanto procura. Do fundo da minha humilde sabedoria, esta frase responde-me a essa questão. Aquela pessoa que me trata todos dias sem excepção de forma especial, que me cuida, que se preocupa, que está lá. Aquela que nos abraça sem termos sequer que dizer nada quando mais precisamos. Aquela e não outra. Aquela que vê para além das imperfeições e nos ama incondicionalmente. Aquela que nos diz vais pelo caminho errado mas estou aqui para ti sempre. Aquela por quem nos sentimos atraídos e é reciproco. Aquela que nos tira do sério com um sorriso que nos derrete. Sim tu, onde estás? 
 

quinta-feira, abril 21, 2011

Travelling

No momento mais inesperado e sem planear surge a oportunidade de viajar. E eu nem pensei duas vezes fui. E foi o melhor que me aconteceu nos últimos meses. Apesar de ter ido para uma cidade que já conhecia foi demais. Adoro a simplicidade de as pessoas estarem em plena cidade e por todo lado existirem pessoas sentadas no chão por todo lado a altas horas da noite a conviver. Conheci pessoas bonitas daquelas que nunca mais vamos ver, daquelas que olhamos para dentro e que depois relembramos pela simplicidade no olhar ou simplesmente pelo sorriso rasgado. Como invejo aquele sorriso simples e natural. Aquela liberdade e sei que partilhei o sorriso espontâneo. Já não sorrio tanto como devia e quero sorrir. Caminhei muito sozinha, viajei para cima e para baixo nas confusas e infindáveis linhas do metro. Os meus pés doeram como nunca todos os dias e foi tão bom.... gastar energias, a exaustão de percorrer e ver tudo de perto. O sentir de fora para dentro, bem dentro. Perder no meio das flores, visitar o castelo de cristal, contemplar a beleza, de ser feliz sozinha e não ter horários para nada apenas tempo para desfrutar e ser um pouco feliz. A beleza dos momentos perde-se nos pequenos pormenores quando num micro segundo paramos para pensar quem dera que pudesse partilhar o aroma, as cores vibrantes, o caminho, a viagem .... e fica connosco o sentimento  perde-se no horizonte. Happiness is only real when shared! Nunca o senti tanto porque houve momentos em que precisava de estar só e sentir-me bem sozinha e houve momentos em que de facto partilhei a alegria de estar efectivamente a viver sem preocupações, sem pensar, sem receios do que virá. Preciso de viajar mais. Encontrar-me mais. Encontrar pessoas que me arranquem o sorriso simples. O mais sincero dos sorrisos. 

E este lugar faz isso comigo. Arranca-me o sorriso, faz-me parar no tempo e ficar ali a imaginar como seria mágico ficar ali sentada nas escadas do lago, a admirar a beleza à espera de que algo mágico aconteça como o arco-íris.


sábado, abril 02, 2011

Never understood

 
"Until this moment I never understood how hard it was to lose something you never had."


Clouds





I've looked at love from both sides now,
From give and take, and still somehow
It's love's illusions i recall.
I really don't know love at all.